quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

TORNOU-SE INADIÁVEL DEMITIR ESTE GOVERNO PSD/CDS PARA PORMOS O PAÍS NOS CARRIS!

Como estamos:

Vitor Gaspar está a ser sucessivamente confrontado com os erros da sua política financeira destruidora da economia do país, mas teima em olhar para o seu umbigo, tornou-se "narcisista"!

Cavaco Silva, sabe que o seu partido político está a conduzir o país para o abismo, mas limita-se a avisar de vez em quando, e, depois da asneirada consumada, vem dizer que tinha avisado, tornou-se "irresponsável"!

A TROIKA (o FMI e a UE), mantêm-se firmes no "rumo Merkelista" que conduziu a Grécia ao holocausto financeiro e económico-social, e entram no coro dos que dizem que as mesmas políticas financeiras que foram aplicadas á Grécia e que agora estão a ser impostas a Portugal, vão produzir efeitos e resultados diferentes, tornou-se voluntáriamente "cegueta"!

O Banco de Portugal, que alinhou com Cavaco Silva, na crise política que levou à queda do governo PS, e que com isso proporcionou às agências de Rating que pusesem o nosso país no "lixo", procura agora dar a mão a este governo autista e impostor, e vai repetindo na medida do não escândalo, as previsões do Governo e está a revelar-se o "bobo da corte"!

Gaspar, Cavaco Silva, TROIKA, e Banco de Portugal, sabem que o Conselho Económico Social tem razão: que sem renegociação prioritária da dívida soberana e dos seus juros excessivos, o nosso país não tem viabilidade orçamental: o nosso orçamento não comporta o rombo anual provocado pelos milhares de milhões de euros gerados pela dívida soberana actual.

Gaspar está a  ficar "bi-polar": sorri para dentro do FMi e da UE ao dizer, estamos a seguir as vossas medidas á risca; desespera, ao olhar para o País e ao ser confrontado com o resultado da sua práxis financeira de submissão á troika: o descalabro económico social por demais já conhecido de todos nós (recordes sucessivos e imparáveis  de: desemprego, falências de PME, insolvência de famílias) derivado da sua aburda política fiscal (teima em subir impostos sabendo que isso já só provoca menores receitas fiscais e maior recessão económica, e não fica resolvido nenhum problema fundamental inerente á dívida soberana e aos seus juros excessivos, que continuam a condicionar o caminho para o holocausto da economia portuguesa e dos portugueses!  

Pôr o país nos carris:


Perante a teimosia totalitária e imbecil deste Governo de prosseguir custe o que custar, o caminho para o abismo económico-social, já lamentavelmente experimentado pela Grécia e pelos Gregos, impôe-se a sua inadiável demissão e a sua substituição urgente por um Governo de "100 dias" que ao mesmo tempo que prepara eleições antecipadas adopte as medidas necessárias e fundamentais para pôr o país nos carris, e por esta ordem:

1º - confrontar a  TROIKA com a realidade de que, não temos viabilidade orçamental nem económica, se os juros da dívida se mantiverem ao nível que estão. Com uma dívida soberana na ordem dos 120% do PIB, e com o PIB a cair, os juros deveriam ser negativos! A TOIKA sabe isso de sobra, por isso ou a TROIKA estabelece um perdão parcial da dívida (como já aconteceu com a Grécia), ou as taxas de  juro terão de baixar para um nível não superior às taxas do BCE, com reescalonamento simultâneo da dívida.
De facto uma verdadeira política de solidariedade financeira do FMI e da UE para com o nosso país, implicaria perdão parcial da dívida soberana, e perdão total dos juros, como forma de potenciar as condições para a retoma económica do país;
   
2º - fazer a reforma estrutural do Estado (a qual já devia aliás ter sido feita desde que se iniciou o processo da TROIKA), Estado mais eficaz e mais eficiente, com menos gorduras: menos de metade de deputados; menos de metade de autarcas; menos de metade de concelhos e de freguesias;  zero empresas municipais fantasma; zero de benefícios fiscais para as SGPS; zero de benefícios fiscais para as fundações; redução drástica dos pareceres externos (dinheiro para amigos); zero "baronetes" nos gabinetes ministeriais; ....

3º - Expropriação pública dos bens dos accionistas da ex- SLN  e do   dinheiro fraudulento  nos Off shores, incluindo a  devolução obrigatória das mais valias especulativas dadas aos amigos por Oliveira e Costa; PPP fraudulentas imediatamente anuladas; subsídios para a EDP zerados; preço dos combustíveis não superior à média dos preços da UE, idem gás, idem electricidade.

4º - Apoio financeiro às PME que produzem bens de substituição de importações e apoio financeiro ás PME que  aumentam as exportações;

5º redução imediata do IRS, nomeadamente através da dedução fiscal das despesas com a amortização de empréstimos para a habitação própria, como forma de dinamizar imediatamente o sector da construção civil.

6º - Generalizar (baixando as taxas de imposto) a todas as empresas, o regime fiscal simplificado de imposto já aplicado aos trabalhadores independentes e empresários em nome individual. A contabilidade seria apenas uma obrigação inerente ao Código das Sociedades Comerciais, e não estaria mais ao serviço da "fuga" de impostos em sede de  IRC.

7º - Este governo deveria preparar eleições legislativas antecipadas, no quadro de uma futura revisão constitucional que apontasse para :
   - a necessidade da redução do nº de deputados para 100;
   - a redução do nº de autarcas em pelo menos 50%;
   - a instauração de um regime presidencialista do tipo francês;
   - a instauração de uma democracia semi-direta, à semelhança do que já é efectivado na Suíça, com poderes pós eleitorias aos eleitores (de impugnação e de participação na vida pública).  

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

"ADEUS À CARNE", "CARNE VALE", "CARNAVAL" !

Diz-nos a WILKIPEDIA:

«Carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C..[1] É um período de festas regidas pelo ano lunar no cristianismo da Idade Média.
O período do carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou do latim "carne vale" dando origem ao termo "carnaval". Durante o período do carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes.
O carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX.[2] A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas».

O que digo eu : :)

1. Que o Carnaval , tal como todas as festas populares, têm uma origem ligada à adoração das forças "divinas" da natureza. Divinas por que não controladas (nem controláveis ainda) pelos seres humanos, e, situando-nos nos tempos das cavernas, os seres humanos e os demais animais, eram remetidos à "hibernação" nas suas grutas. Para os "grupos familiares" num tempo de inverno que induzia ao refúgio no abrigo,  se alimentarem, tinham de faze-lo muitas vezes com recurso á carne de cadáver de animais, caçados ou que conseguiam caçar, para deles se alimentarem.

Com o fim dos tempos de inverno, a recolecção de frutos, o cultivo dos campos, ..., permitia uma alimentação mais saudável, que não a praticada no tempo de inverno, e isso era de facto um bom motivo para festejar o "adeus carne" de cadáver dos animais, e o início de uma alimentação frutífera e vegetariana permitida pelos prenúncios dos dias mais longos e com mais Sol (SOL o deus dos deuses).

2. O "carnaval" de Trás Os Montes será talvez o mais fiel e  paradigmático: os chocalhos (dos animais) saem á rua, o festejo é comunitário, as energias da vida ganham força, os machos humanos (e não humanos)  celebram o seu entusiasmo com as fêmeas  de forma "chocalhante"! É tempo de a comunidade despertar para a comunhão com a Terra e seus frutos.

3. Diferente é o "carnaval moderno", nomeadamente nas grandes metrópoles citadinas.
O consumo de carne de cadáver dos animais tornou-se não uma alimentação imposta pelos tempos de inverno, como forma de sobrevivência do grupo familiar, mas antes num grande negócio, incentivado freneticamente pelo marketing comercial, durante todo o tempo, seja de inverno seja primaveril!
A caça esporádica e de sobrevivência para os tempos rigorosos de inverno, foi substituída pela pecuária intensiva, pelos matadouros industriais, ..., tudo ao serviço do lucro (em vez do deus Sol, adora-se agora o Deus dinheiro, que passou a ser na mente dos seres humanos o deus dos deuses!).
Ou seja actualmente não há de facto "carne vale", já que o consumo de carne de cadáver, se tornou afinal, e mercê de um marketing feroz e condicionador das consciências humanas, permanente durante todo o ano, e não nomeadamente nos invernos rigorosos.
Os seres humanos vivem aos "milhões" nas grandes cidades, e são alimentados pela carne de cadáver de animais, que são assassinados quotidianamente aos "milhões", para garantir que os seres humanos já não vão basear a sua alimentação no consumo saudável  frutífero e vegetariano ligado á fertilidade dos campos pemitida pelo Deus Sol.

4.  Daí que as festas de carnaval, nas grandes cidades, se caracterize afinal por mais do mesmo: muita gente treina afincadamente as danças durante meses, enfeitam-se de "plumas", as mulheres mostram as suas carnes aos machos, ..., mas está tudo dentro de controle e bem disciplinado ao toque do "samba". Até as crianças desfilam, pelo percurso previamente definido (a zona central da cidade) de forma disciplinada, ao som do apito ...um teatro móvel e bem ensaiado portanto!
Neste espectáculo de carnaval, as pessoas vão assistir ao corso, tornam-se passivas (como o "sistema" gosta), e apenas admiram os que de forma muito disciplinada reproduzem o fruto do seu treino intensivo em danças "plumadas" para dar um ar de "alegria mascarada",!
A diferença com o "carne vale" é evidente, pois qualquer semelhança de um corso carnavalesco da cidade, com o chocalho de Trás os Montes, só pode ser mesmo artificial e um mero acaso. No "chocalho" as pessoas possuídas pela energia renovada da vida, simbolizam a libertação proporcionada pelo  "adeus carne"  de cadáver de animais na sua alimentação, simbolizam a liberação dos animais do "curral" e o seu regresso á natureza dos campos, e simbolizam o despertar comunitário (toda a aldeia é percorrida por forma a despertar toda a comunidade para a festa da vida) para uma vida de fertilidade das terras, propiciadora da  produção frutífera e cerealífera, e como tal de uma alimentação saudável para os seres humanos dessa comunidade.

5. Concluímos que nas sociedades urbanas de hoje, os cidadãos estão verdadeiramente "mascarados" todo o ano, por um marketing impiedoso ao serviço do lucro ligado ao consumo da carne de cadáver como alimento quotidiano e permanente desses cidadãos, imposto pelo deus dinheiro, tornado o deus dos deuses, e dessa forma destronando o deus Sol, o qual era sinónimo da libertação para os seres humanos e para os animais em geral, já que permitia o seu regresso á comunhão com a mãe terra, e a uma alimentação baseada nos seus frutos agrícolas.

6. Nas cidades de hoje, os corsos carnavalescos, são afinal e de facto o símbolo do "não carnaval", do "não adeus à carne", do " não carne vale", e representam a vitória da economia de mercado do deus dinheiro sobre o deus Sol.
Até quando o deus dinheiro conseguirá derrotar o deus Sol?
Será que os seres humanos serão capazes de se libertarem do jugo imposto às suas mentes, pelo marketing comercial ao serviço do deus dinheiro?
"Dar mais valor aos valores", aos reais valores de uma maior solidariedade humanística, animal e ambiental, PRECISA-SE!
Se assim for o  "carne vale" poderá voltar a ser num futuro não distante (?) uma realidade!
Dadas as forças em presença: deus dinheiro permanentemente reforçado pelo marketing ao serviço do lucro,  nas nossas mentes, em detrimento do deus SOL, o mais certo será a vitória do "carne vale" operar-se pela conciencialização forçada dos seres humanos em geral, de que o consumo de carne de cadáver de animais, alimentados à base de hormonas, de alimentos transgénicos e de antibióticos, não faz de facto bem à sua saúde! 
     






      

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

OS SRS. VILÕES E A FÍSICA QUÂNTICA!



Cada macaco em seu galho: o pequeno vilão do pequeno roubo, para comer ou para dar de comer à família, nem vilão chega a ser, é um ladrãozeco, e o seu lugar é na cadeia, com um julgamento rápido e sumário!

Outra coisa, são os srs. Vilões esses sim, portadores de grande massa cinzenta, têm de estudar muito bem os seus golpes, por vezes têm mesmo de se fazerem passar por militantes de um partido político, daqueles que de vez em quando se empoleiram no poder, e até têm de se disfarçar de governantes!

Claro que fazem asneira da grossa, dão cabo do país, arruinam a economia, fazem valentes negociatas nos bastidores com a vendagem das empresas públicas aos capitalistas estrangeiros (já no futebol é a mesma mania, só negoceiam com jogadores estrangeiros! será por que assim o dinheiro fica logo nos offshores?), de forma que os jogadores portugueses ou ficam sentados no banco, ou emigram também!.

Portanto tanta massa cinzenta, tanto estágio profissional (na Goldeman Sacks, no FMI, nos labirintos burocratas da UE, no Banco de Portugal, nos Gabinetes dos Ministros, nas Sociedades de Advogados, na AR, ...) só pode dar negócio de milhares de milhões, caso contrário nem valia a pena mandar dinheiro para os off-shores!

E está tudo previsto, razão por que em Portugal nenhum sr. Vilão que se preze é preso: as leis são pré-encomendadas para terem um significado e o seu contrário (condenam e perdoam ao mesmo tempo o Sr. Vilão, o qual sabe por isso que qualquer infracção à lei, fica abrangida pelo perdão incondicional!) como sucede por exemplo nos mandatos dos autarcas: aplica-se e não se aplica, conforme as conveniências do partido que está no poder!

Se algo corre mal, bem aí haverá sempre um Ministro das Finanças para nos dizer que para evitar um risco sistémico (ou seja o risco de acabar com a vilanagem) o, por exemplo  BPN, ...tem de ser nacionalizado, isto é, como o Sr. Vilão já tem o dinheiro ao fresco, então terão de ser os contribuintes (o zé trabalhador e o zé reformado claro, até por que já aguentaram tanto pontapé, que estão sempre prontos a aguentar mais -o banqueiro tem toda a razão, claro). Claro que o Ministro não se engana no recado: só se nacionaliza o buraco da fraude, o bem bom, por exemploda SLN (proprietária do por exemplo  BPN esburacado) essa continua em boas mãos (dos Srs. Vilões tá-se mesmo a ver!).

E para não haver dúvidas nos imbecis dos eleitores, para saberem em quem de facto devem votar, então os Juristas, Economistas, Gestores, (tudo vilõezinhos ao serviço dos srs. vilões) que trabalharam duramente, e penosamente silenciaram essas meritórias fraudes para que os Srs. Vilões tivessem todo o êxito, nada melhor que serem postos a governarem os que afinal tiveram de pagar as fraudes que os governantes fizeram em seu nome (pois os eleitors antes já tinham votado neles ...e nos seus amigos que até ajudaram a ser eleitos para Presidentes da República!

Nada mais bonito que ver um 1º Ministro (que tanto teve de lutar para conseguir uns chorudos contratos de formação ao seu amigo Relvas) a nomear pa Secretário de Estado pessoas tão competentes (se o não fossem não teriam sido contratados pelos srs. Vilões) e também é adorável ver um Presidente da República a dar posse atais celebridades, pois isso demonstra que não esquece quem lhe proporcionou boas mais valias!
 É assim a vida dos Srs. vilões em Portugal, passam pelo Governo, passam pelos bancos, voltam ao Governo, onde conseguem distribuir milhares de milhões aos bancos, ...., compensados com enormes aumentos de impostos sobre os mesmos: o Zé trabalhador e o Zé reformado!

Tudo isto é aliás muito parecido com a "física quântica": do nada aparece um Vilão, que se torna tudo, e depois de causar o buraco negro anti vilão, desaparece de novo, mas passado pouco tempo lá reaparece nas funções de soberania!