Como estamos:
Vitor Gaspar está a ser sucessivamente confrontado com os erros da sua política financeira destruidora da economia do país, mas teima em olhar para o seu umbigo, tornou-se "narcisista"!
Cavaco Silva, sabe que o seu partido político está a conduzir o país para o abismo, mas limita-se a avisar de vez em quando, e, depois da asneirada consumada, vem dizer que tinha avisado, tornou-se "irresponsável"!
A TROIKA (o FMI e a UE), mantêm-se firmes no "rumo Merkelista" que conduziu a Grécia ao holocausto financeiro e económico-social, e entram no coro dos que dizem que as mesmas políticas financeiras que foram aplicadas á Grécia e que agora estão a ser impostas a Portugal, vão produzir efeitos e resultados diferentes, tornou-se voluntáriamente "cegueta"!
O Banco de Portugal, que alinhou com Cavaco Silva, na crise política que levou à queda do governo PS, e que com isso proporcionou às agências de Rating que pusesem o nosso país no "lixo", procura agora dar a mão a este governo autista e impostor, e vai repetindo na medida do não escândalo, as previsões do Governo e está a revelar-se o "bobo da corte"!
Gaspar, Cavaco Silva, TROIKA, e Banco de Portugal, sabem que o Conselho Económico Social tem razão: que sem renegociação prioritária da dívida soberana e dos seus juros excessivos, o nosso país não tem viabilidade orçamental: o nosso orçamento não comporta o rombo anual provocado pelos milhares de milhões de euros gerados pela dívida soberana actual.
Gaspar está a ficar "bi-polar": sorri para dentro do FMi e da UE ao dizer, estamos a seguir as vossas medidas á risca; desespera, ao olhar para o País e ao ser confrontado com o resultado da sua práxis financeira de submissão á troika: o descalabro económico social por demais já conhecido de todos nós (recordes sucessivos e imparáveis de: desemprego, falências de PME, insolvência de famílias) derivado da sua aburda política fiscal (teima em subir impostos sabendo que isso já só provoca menores receitas fiscais e maior recessão económica, e não fica resolvido nenhum problema fundamental inerente á dívida soberana e aos seus juros excessivos, que continuam a condicionar o caminho para o holocausto da economia portuguesa e dos portugueses!
Pôr o país nos carris:
Perante a teimosia totalitária e imbecil deste Governo de prosseguir custe o que custar, o caminho para o abismo económico-social, já lamentavelmente experimentado pela Grécia e pelos Gregos, impôe-se a sua inadiável demissão e a sua substituição urgente por um Governo de "100 dias" que ao mesmo tempo que prepara eleições antecipadas adopte as medidas necessárias e fundamentais para pôr o país nos carris, e por esta ordem:
1º - confrontar a TROIKA com a realidade de que, não temos viabilidade orçamental nem económica, se os juros da dívida se mantiverem ao nível que estão. Com uma dívida soberana na ordem dos 120% do PIB, e com o PIB a cair, os juros deveriam ser negativos! A TOIKA sabe isso de sobra, por isso ou a TROIKA estabelece um perdão parcial da dívida (como já aconteceu com a Grécia), ou as taxas de juro terão de baixar para um nível não superior às taxas do BCE, com reescalonamento simultâneo da dívida.
De facto uma verdadeira política de solidariedade financeira do FMI e da UE para com o nosso país, implicaria perdão parcial da dívida soberana, e perdão total dos juros, como forma de potenciar as condições para a retoma económica do país;
2º - fazer a reforma estrutural do Estado (a qual já devia aliás ter sido feita desde que se iniciou o processo da TROIKA), Estado mais eficaz e mais eficiente, com menos gorduras: menos de metade de deputados; menos de metade de autarcas; menos de metade de concelhos e de freguesias; zero empresas municipais fantasma; zero de benefícios fiscais para as SGPS; zero de benefícios fiscais para as fundações; redução drástica dos pareceres externos (dinheiro para amigos); zero "baronetes" nos gabinetes ministeriais; ....
3º - Expropriação pública dos bens dos accionistas da ex- SLN e do dinheiro fraudulento nos Off shores, incluindo a devolução obrigatória das mais valias especulativas dadas aos amigos por Oliveira e Costa; PPP fraudulentas imediatamente anuladas; subsídios para a EDP zerados; preço dos combustíveis não superior à média dos preços da UE, idem gás, idem electricidade.
4º - Apoio financeiro às PME que produzem bens de substituição de importações e apoio financeiro ás PME que aumentam as exportações;
5º redução imediata do IRS, nomeadamente através da dedução fiscal das despesas com a amortização de empréstimos para a habitação própria, como forma de dinamizar imediatamente o sector da construção civil.
6º - Generalizar (baixando as taxas de imposto) a todas as empresas, o regime fiscal simplificado de imposto já aplicado aos trabalhadores independentes e empresários em nome individual. A contabilidade seria apenas uma obrigação inerente ao Código das Sociedades Comerciais, e não estaria mais ao serviço da "fuga" de impostos em sede de IRC.
7º - Este governo deveria preparar eleições legislativas antecipadas, no quadro de uma futura revisão constitucional que apontasse para :
- a necessidade da redução do nº de deputados para 100;
- a redução do nº de autarcas em pelo menos 50%;
- a instauração de um regime presidencialista do tipo francês;
- a instauração de uma democracia semi-direta, à semelhança do que já é efectivado na Suíça, com poderes pós eleitorias aos eleitores (de impugnação e de participação na vida pública).
Vitor Gaspar está a ser sucessivamente confrontado com os erros da sua política financeira destruidora da economia do país, mas teima em olhar para o seu umbigo, tornou-se "narcisista"!
Cavaco Silva, sabe que o seu partido político está a conduzir o país para o abismo, mas limita-se a avisar de vez em quando, e, depois da asneirada consumada, vem dizer que tinha avisado, tornou-se "irresponsável"!
A TROIKA (o FMI e a UE), mantêm-se firmes no "rumo Merkelista" que conduziu a Grécia ao holocausto financeiro e económico-social, e entram no coro dos que dizem que as mesmas políticas financeiras que foram aplicadas á Grécia e que agora estão a ser impostas a Portugal, vão produzir efeitos e resultados diferentes, tornou-se voluntáriamente "cegueta"!
O Banco de Portugal, que alinhou com Cavaco Silva, na crise política que levou à queda do governo PS, e que com isso proporcionou às agências de Rating que pusesem o nosso país no "lixo", procura agora dar a mão a este governo autista e impostor, e vai repetindo na medida do não escândalo, as previsões do Governo e está a revelar-se o "bobo da corte"!
Gaspar, Cavaco Silva, TROIKA, e Banco de Portugal, sabem que o Conselho Económico Social tem razão: que sem renegociação prioritária da dívida soberana e dos seus juros excessivos, o nosso país não tem viabilidade orçamental: o nosso orçamento não comporta o rombo anual provocado pelos milhares de milhões de euros gerados pela dívida soberana actual.
Gaspar está a ficar "bi-polar": sorri para dentro do FMi e da UE ao dizer, estamos a seguir as vossas medidas á risca; desespera, ao olhar para o País e ao ser confrontado com o resultado da sua práxis financeira de submissão á troika: o descalabro económico social por demais já conhecido de todos nós (recordes sucessivos e imparáveis de: desemprego, falências de PME, insolvência de famílias) derivado da sua aburda política fiscal (teima em subir impostos sabendo que isso já só provoca menores receitas fiscais e maior recessão económica, e não fica resolvido nenhum problema fundamental inerente á dívida soberana e aos seus juros excessivos, que continuam a condicionar o caminho para o holocausto da economia portuguesa e dos portugueses!
Pôr o país nos carris:
Perante a teimosia totalitária e imbecil deste Governo de prosseguir custe o que custar, o caminho para o abismo económico-social, já lamentavelmente experimentado pela Grécia e pelos Gregos, impôe-se a sua inadiável demissão e a sua substituição urgente por um Governo de "100 dias" que ao mesmo tempo que prepara eleições antecipadas adopte as medidas necessárias e fundamentais para pôr o país nos carris, e por esta ordem:
1º - confrontar a TROIKA com a realidade de que, não temos viabilidade orçamental nem económica, se os juros da dívida se mantiverem ao nível que estão. Com uma dívida soberana na ordem dos 120% do PIB, e com o PIB a cair, os juros deveriam ser negativos! A TOIKA sabe isso de sobra, por isso ou a TROIKA estabelece um perdão parcial da dívida (como já aconteceu com a Grécia), ou as taxas de juro terão de baixar para um nível não superior às taxas do BCE, com reescalonamento simultâneo da dívida.
De facto uma verdadeira política de solidariedade financeira do FMI e da UE para com o nosso país, implicaria perdão parcial da dívida soberana, e perdão total dos juros, como forma de potenciar as condições para a retoma económica do país;
2º - fazer a reforma estrutural do Estado (a qual já devia aliás ter sido feita desde que se iniciou o processo da TROIKA), Estado mais eficaz e mais eficiente, com menos gorduras: menos de metade de deputados; menos de metade de autarcas; menos de metade de concelhos e de freguesias; zero empresas municipais fantasma; zero de benefícios fiscais para as SGPS; zero de benefícios fiscais para as fundações; redução drástica dos pareceres externos (dinheiro para amigos); zero "baronetes" nos gabinetes ministeriais; ....
3º - Expropriação pública dos bens dos accionistas da ex- SLN e do dinheiro fraudulento nos Off shores, incluindo a devolução obrigatória das mais valias especulativas dadas aos amigos por Oliveira e Costa; PPP fraudulentas imediatamente anuladas; subsídios para a EDP zerados; preço dos combustíveis não superior à média dos preços da UE, idem gás, idem electricidade.
4º - Apoio financeiro às PME que produzem bens de substituição de importações e apoio financeiro ás PME que aumentam as exportações;
5º redução imediata do IRS, nomeadamente através da dedução fiscal das despesas com a amortização de empréstimos para a habitação própria, como forma de dinamizar imediatamente o sector da construção civil.
6º - Generalizar (baixando as taxas de imposto) a todas as empresas, o regime fiscal simplificado de imposto já aplicado aos trabalhadores independentes e empresários em nome individual. A contabilidade seria apenas uma obrigação inerente ao Código das Sociedades Comerciais, e não estaria mais ao serviço da "fuga" de impostos em sede de IRC.
7º - Este governo deveria preparar eleições legislativas antecipadas, no quadro de uma futura revisão constitucional que apontasse para :
- a necessidade da redução do nº de deputados para 100;
- a redução do nº de autarcas em pelo menos 50%;
- a instauração de um regime presidencialista do tipo francês;
- a instauração de uma democracia semi-direta, à semelhança do que já é efectivado na Suíça, com poderes pós eleitorias aos eleitores (de impugnação e de participação na vida pública).